15 de jan. de 2012

Upgrade com muito sufoco !!!



Pra quem quer ver uma pessoa que não sabe o que está fazendo e no fim se da bem... ta aqui o vídeo de quando meti a mão no meu A1200 e fiz um upgrade para novos KickStarts 3.1 (antigamente tinha o 3.0) e também coloquei uma Blizzard 1230-IV 030/50 FPU 64MB.
O que aprendi com a experiência?
1 - As placas aceleradoras entram pelo compartimento de baixo (só por lá!).
2 - Para encaixar-la, é aconselhável ter o Amiga aberto e fazer força de modo parelho na direção dos conectores.
3 - Tem que entrar do jeito que mostra na foto abaixo.

Foto da placa encaixada. (Veja que mal da pra ver os conectores)
4 - Cuidado na hora de colocar os KickStarts, as patinhas dos novos podem estar muito abertas. Não forçar no encaixe. Com auxílio da mesa, dobre as  patinhas mais para o centro. Faça um pouco de cada vez em cada um dos lados e vá testando no encaixe.

KickStarts 3.1 A1200

Bom no final tudo dei certo. Agora já instalei um AmigaOS 3.9 e ta que é uma maravilha!!
grande abraço a todos.

19 de dez. de 2011

WHDLoad - Dicas de funcionamento


Oi Pessoal, aqui está um novo post, desde já agradeço ao Mugo por me permitir colocar seu texto aqui no blog.
Fiz umas pequenas alterações, mas foi só pra fazer sentido, pois ele estava respondendo uma dúvida. Sendo assim, alterei para que fique mais impessoal.

--------->Inicio<---------
Pra rodar um jogo com o WHDLoad o comando é :
1> WHDLoad SuperGame.Slave Preload NTSC QuitKey=69 Custom1=1
porém, esta linha de comando tem argumentos extras, e nem todos os jogos usam os mesmos argumentos.

O WHDLoad tem um arquivo de preferências onde os argumentos comuns a todos os jogos podem ser definidos globalmente, assim você só precisa acrescentar à linha de comando os argumentos particulares que um jogo precise.

Pasta S no Classic WorkBench (WinUAE). Destaque Arquivo WHLoad.prefs
Esse arquivo fica na pasta S: e chama-se "WHDLOAD.PREFS". Por padrão a maioria dos argumentos está comentada com um ponto e vírgula no início da linha. Para habilitar basta remover o ponto e vírgula e ajustar o argumento e salvar o arquivo novamente.

Arquivo WHDLoad.prefs em edição.

O WHDLoad dá prioridade aos "tooltypes" dos ícones. Então ao executar um jogo pelo seu ícone, se houver uma variável global definida com um determinado valor no arquivo de preferências que citei, e a mesma variável estiver definida com outro valor em um "tooltype" no ícone, vale o valor do ícone. Ao executar os jogos pelo shell, com uma linha de comando, as informações do ícone não são lidas, mas da mesma forma os argumentos fornecidos nessa linha de comando também têm prioridade sobre o arquivo de preferências global.

Então, aproveitando o exemplo, variáveis como "NTSC", "Preload", "Quitkey", podem ser definidos no arquivo de preferências, e no caso a linha de comando ficaria mais simples:


WHDLoad SuperGame.Slave Custom1=1

Como o argumento "Custom" é usado para ativar recursos extras apenas em alguns jogos, em outros casos você pode precisar de executar o jogo apenas fornecendo ao WHDLoad o nome do slave.

Eu normalmente deixo ajustado como padrão o modo "PAL", e se o jogo for NTSC eu passo o argumento extra. Acho mais fácil já que muitos jogos são PAL, e mesmo os NTSC rodam normalmente nesse modo, caso eu esqueça de ajustar o argumento.

Um abraço,
Marcelo de A. Pires
--------->Fim<---------

Pessoal, só cortei a parte final que ele fala sobre o Tiny Launcher, visto que na real havia perguntas mais do que nada, e já tem o artigo que fala dele aqui no blog.

Espero que tenha sido de ajuda.

Estrutura do AmigaOS

Oi Pessoal!!

Este texto que explica de maneira geral a estrutura do AmigaOS, foi feito pelo colega Mugo (Marcelo Pires) da lista AmigaBR do Yahoo Grupos. Copiei na íntegra, porque realmente não tem desperdício, o colega escreve bem pra caramba!!!
Notem que o texto estava sendo dirigido a uma pessoa, por isso tem partes que falam diretamente para ela. 
Vou dar uma incrementadinha com algumas imagens. E vou fazer um vídeo mostrando o que ele relata em cada parágrafo.
==> Inicio do Texto <===
A estrutura do AmigaOS é bem simples, mas realmente bem diferente do Windows.

Pra começar o AmigaOS é composto de duas partes principais: o Kickstart e o Workbench. Até a versão 3.1 do AmigaOS, o Kickstart fica em um chip instalado dentro do Amiga, a ROM. Se o seu A600 está original, então você tem o Kickstart 2.05, e com ele pode rodar até o Workbench 2.1. O Kickstart do A600 pode ser atualizado (o mesmo vale para os outros modelos de Amiga), mas há restrições de memória principalmente, então no seu caso de A600 "pelado", não vale muito a pena a menos que crie uma ROM customizada.

KickStart 2.05 de um A600 (um só chip eprom)
KickStart 3.0 de um A1200 (Conjunto de 2 chips eprom)
O Workbench é a parte do AmigaOS que fica em disco, seja em Floppy ou HD, e engloba além da interface gráfica propriamente dita o restante do sistema.
O sistema fica distribuído pelas pastas que você já citou, mas todas têm um propósito bem definido, no intuito de organizar a coisa.

Clique na imagem para aumentar.
A pasta C é onde ficam os comandos. No AmigaOS não há um interpretador de comandos como no caso do MS-DOS, que tem o "COMMAND.COM", por exemplo. No AmigaOS os comandos são na verdade pequenos utilitários no formato de executáveis. Então se você não tiver o executável do "DIR" por exemplo, no disco de onde deu boot, não vai poder listar os arquivos de um diretório, e assim por diante.

Pasta C com os programas utilitários do sistema.
A pasta S é dedicada a "Scripts", e é onde ficam alguns arquivos de configuração, e entre eles estão dois importantes: Startup-sequence e User-startup. No Startup-sequence, como o nome sugere, está o script de boot. Depois de ligar ou "resetar" o Amiga, esse é o arquivo que a ROM procura logo depois de testar o hardware e instalar alguns recursos necessários para o funcionamento do sistema, como o EXEC. E é por esse script que os diversos "módulos" do sistema vão sendo carregados. Em diversas ocasiões é necessário modificar esse script para incluir chamadas a patches ou recursos extras que são adicionados e devem ser executados durante o boot, e isso pode ser feito com qualquer editor de textos. Outras vezes também é necessário desabilitar chamadas feitas por esse script por motivos de conflitos entre os patches. Isso é muito útil na hora de "debugar" um problema. Para desabilitar alguma chamada basta comentar a linha onde é descrita a chamada, colocando um ponto e vírgula no início dela. Recurso herdado da filosofia Unix. O User-startup é um segundo script de inicialização do sistema que é chamado de dentro do Startup-sequence, e como o nome diz a intenção é que nesse arquivo sejam adicionados recursos, programas, facilidades, ou qualquer coisa do tipo que seja adicionada depois pelo usuário. Assim não corre-se o risco de inserir "bugs" no script de boot primário. Na prática, o que costuma-se inserir no Startup-sequence são chamadas que devem estar posicionadas entre outras chamadas, para serem executadas em ordem específica. O que não tem hora certa pra ser executado pode (e deve) ir para o User-startup. Nessa pasta também ficam outros scripts de configuração, tanto do sistema quanto de programas de terceiros.
Pelo menos dos mais comportados e seguem as recomendações do RKRM.


Pasta S com seus arquivos de configuração.
Na pasta L ficam os "handlers" que são a ponte entre o AmigaOS e os dispositivos. Pense neles como "drivers de alto nível". Eles não são usados diretamente pelo usuário; são chamados pelos programas que precisam acessar um dispositivo qualquer. Por exemplo, o "AUX-Handler" provê entrada e saída serial não buferizada e serve para usar um terminal serial, mandando a saída de texto e recebendo entrada de um teclado, pela porta serial. O "Queue-Handler" cria um processo de comunicação interna chamado PIPE: que serve para que programas troquem informações entre si. O "Port-Handler" é a interface de comunicação do AmigaOS com os dispositivos SER:, PAR: e PRT: (serial, paralela e printer). É possível setar parâmetros para esses dispositivos, como velocidade da porta, paridade, etc. Se não forem fornecidos esses parâmetros usam-se os valores armazenados num arquivo que fica no ENV:, mas isso é pra depois. Também ficam nessa pasta (L:) os sistemas de arquivos (Filesystems), como o FastFileSystem (o nativo FFS que existe a partir do WB2), o SmartFileSystem (SFS), o CDFileSystem ("driver" para CD-Roms e DVDs), e até o CrossDOSFileSystem, que é necessário para ler discos no formato MS-DOS, incluindo suporte a HDs e disquetes de dupla ou alta densidade.


Pasta L e seus arquivos de comunicação com os dispositivos.
Na pasta Devs ficam os "devices" propriamente ditos. Esses seriam os "drivers de baixo nível", que conversam diretamente com os dispositivos de hardware na "lingua" deles. Por exemplo, o scsi.device (que fica a princípio na ROM) é usado para acessar a porta IDE interna dos Amigas A600, A1200 e A4000. Ao montar por exemplo uma partição num HD, você precisa especificar qual dispositivo vai usar, no nosso exemplo a porta IDE interna do A600 (scsi.device). E também tem que dizer em que formato os dados estão escritos, e nesse caso digamos que seja no sistema FFS (FastFileSystem).

Pasta Devs e seus arquivos de acesso aos dispositivos (baixo nível).
Então geralmente os handlers e os devices são usados em conjunto. Nessa pasta também ficam os drivers para monitores e modos de vídeo (pasta "Monitors"), os Datatypes - um fantástico sistema de módulos para dar suporte a diferentes formatos de áudio, vídeo, imagem, e documentos aos programas que usem esse sistema. Isso significa que se um programa de música, por exemplo, na época em que foi feito não suportava MP3 (porque não existia o formato) suportar o sistema de Datatypes, é possível que esse programa passe a suportar o formato MP3 apenas escrevendo um módulo para decodificar MP3. E assim é possível fazer com qualquer formato novo, ou que ainda vá ser inventado no futuro, desde que o programa em questão suporte o sistema de Datatypes. Há também os DOSDrivers, que são os scripts conhecidos como "mountlists". Eles dão suporte aos dispositivos que não são suportados diretamente pela ROM na hora do boot, como discos com formato de PC ou de Mac, CDs e DVDs, fitas DAT, ZIP drives, Ramdisks que sobrevivem a resets, etc. Esse sistema também é modular, dependendo apenas de que se escrevam um "device" e um "handler" para suportar novos hardwares. Também ficam nessa pasta os Keymaps, que são os diferentes layouts de teclados, os drivers de impressoras. Também ficam na pasta Devs alguns arquivos como Clipboards.device que é o driver do volume CLIPS: (como a área de transferência no Windows), e o system-configuration que é onde ficavam armazenadas várias informações de preferências do sistema no AmigaOS 1.x, e a partir da versão 2 passou a ser mais completo e consistir de vários arquivos armazenados na pasta ENVARC:.

Na pasta Libs ficam os arquivos .library, que são bibliotecas de funções comumente usadas por vários programas. É como as "DLLs" no Windows. Um exemplo seria a janela que aparece quando você precisa abrir um arquivo dentro de um programa, ou salvar um arquivo. Essa janela padrão no AmigaOS é gerada pela "ReqTools.library". Usá-la permite que todos os "requesters" para lidar com arquivos no seu programa permaneçam os mesmos, tornando o ambiente familiar e intuitivo para o usuário. Essas bibliotecas são carregadas para a memória a medida que vai-se fazendo necessário, e como são compartilhadas por vários programas permitem que esses programas sejam menores e ocupem menos memória. Há dois tipos de bibliotecas no AmigaOS: as "runtime-libraries", que são essas chamadas por programas conforme é necessário depois que ele já foi carregado, e as "link libraries" que são partes de código prontos agregados a um programa na hora em que ele é compilado.

Janela Libs no formato de listagem detalhada.
Há ainda os volumes ENV: e ENVARC:. O ENV: é uma cópia do ENVARC: criada no boot, e significa "environment variables". É lá que ficam diversos arquivos com variáveis usadas pelo sistema e por programas de terceiros. O ENVARC: é o "arquivo", como um backup dessas variáveis e seria o "environment variables archive". Ao rebootar o Amiga o ENV: é perdido. Então para garantir que modificações feitas nesses arquivos sejam mantidas é importante copiar o mesmo arquivo para o ENVARC:, caso seja necessário manter essas modificações.

A pasta T, que fica na RAM é para arquivos temporários. E a RAM: é um "Ramdisk" dinâmico e volátil que aloca todo o espaço livre de memória.

O restante dos diretórios são mais ou menos intuitivos e abrigam aplicativos e utilitários do sistema. A pasta "Prefs" é onde ficam os aplicativos de configuração do sistema e de programas de terceiros, a pasta "System" é onde ficam alguns aplicativos básicos do Workbench, a pasta "Tools" é onde ficam algumas ferramentas como calculadora, editor de ícones, etc. E a pasta "WBStartup" é a que se destaca, e tem uma função muito interessante. Todos os ícones que ficam nessa pasta são executados na inicialização do Workbench. Veja, não na inicialização do sistema, mas sim da inicialização do Workbench, a interface gráfica. A diferença entre essa abordagem e as chamadas nos scripts de inicialização é que por esse método o ícone é levado em conta, e nele é possível estipular os chamados "Tooltypes", que é uma forma de passar argumentos a determinados programas.

WorkBench 2.1 Totalmente básico rodando de um Disquete. (Emulação A600 WinUAE) 


Classic WorkBench Baseado no 3.1 (Emulação de A1200 WinUAE)

E também há programas que só rodam de dentro do Workbench, e devem ser executados dessa forma.
Acho que com essas informações já dá pra você ter uma ideia mais clara de como funciona o AmigaOS, que no fundo é muito mais fácil de usar e expandir do que qualquer outro sistema que eu conheça. E é isso que eu acho que deixa os seus usuários tão encantados e dependentes dele ;-)

==> Fim do Texto <=== 
Acrescentar o que????
Aprendi muito só de ler este artigo!
Eu já sugeri pro Mugo escrever um livro, eu acho que ia ser um material imprescindível para os amantes da retrocumputação.
Valeu MUGO!!!
Pessoal, desculpem nos vídeos, aparece uma ceta de mouse branca, é defeito do capturador de vídeo que eu uso. Ainda não encontrei um melhor. Assim que der mudo os vídeos pra ficar mais profí.
Aquele abraço!!

18 de dez. de 2011

Tiny Launcher - Uma ferramenta essencial pra quem tem pouca memória.

Puxa! esqueci o que ia falar. (hehe)
Bom, brincadeiras a parte, pouca memória é o primeiro problema que um "Amigueiro" enfrenta. Sempre que queremos rodar um Jogo ou um Demo ou basicamente qualquer coisa, precisamos de MEMÓRIA. Se você não tem uma placa aceleradora ou um cartão de Memória Flash (este último mais recomendado pra A600), então meu Amigo, você terá um pouco de dor de cabeça para por a rodar suas brincadeiras.

Este artigo tem a intensão de amenizar essa dorsinha de cabeça e assim fazer que você tire o maior proveito possível de seu A500, A600 ou A1200.

O que é o Mini Launcher?
Como o próprio nome sugere, é um Lançador de programas, mas... por que o amiga precisa de um Lançador de programas, ou seja um programa que execute programas?
Acontece que os programas que foram desenvolvidos para Amiga, na sua maioria, estavam preparados para rodar diretamente de um disquete. Pelo que me parece (isto é especulação da minha parte) os programadores não imaginavam que um dia poderiam existir discos rígidos que seriam capazes de conter todos os programas e jogos juntos. Eles simplesmente faziam os jogos rodarem do disquete e ponto final. Isso é ruim, porque se você copia o jogo para o HD, e tenta executar ele, vai aocntecer dele querer ler a partir do disquete e vai dar erro, então uns programadores espertos como o Michael Gibs fera em programação no amiga (nesse aspecto [e só nesse] admiro o cara pra caramba.) fizeram estes programas para "Enganar" o amiga e fazer com que ele leia as imagens de disco que são gravadas no HD, como se fossem disquetes em unidades virtuais.
Assim da pra rodar vários jogos e programas dentro do Amiga com CF (que substituiu o HD).

Como Funciona? e Como Instalar?
Uma imagem fala mais que 1000 palavras, então maginem um vídeo. Bem, aqui está o vídeo, produzido pelo próprio criador do Tiny Launcher.

Tiny Launcher on 1MB AMIGA Computers

Tiny Launcher 1.7 "How to start"

Comandos úteis:
-"P" to switch from "320x200" to "320x256" for full screen on PAL computers.
-"1","2","3","4","5" To "Jump" directly to the wanted screen at launch.
-"F5" on the bouncing screen avoid the "Jump" function.
-"ESC" to avoid the bouncing animation.
-"R" to force the RAD. (Check Infodesk for the status).
-"C" to call the Sysconfig screen. 
-"I" to call the info-desk.
-"M" to switch between Music and Sounds.
-"+" and "-" to increase/decrease the speed.
-Press [F1] to generate a database for the category of your choice. The database is located in S:TinyLauncher, If you don't want it anymore, just delete the files.
-Launch ".exe" named executables files (usefull for demos).
-To go back to the "Space Invader" screen from a list and with the joystick : At the 1st item in the list, hold "up"+"fire"
-Keyboard is also supported. Use the arrows to navigate, enter to select, (ESC or BACKSPACE) to go back, H for help.


Outros Exemplos em máquinas diferentes (ou configurações diferentes)


Tiny Launcher (A600 Vs A630)

TINY LAUNCHER for COMMODORE AMIGA

Alguns jogos que estão certificados pelo autor do programa.
Estes jogos listados abaixo, são garantidos pelo desenvolvedor. Ele confirma que funcionam perfeitamente em um Amiga com 1MB de memória.
Agony, Apidya, Airball, Arkanoid, Arkanoid 2, BAtman Movie, Battle Squadron, Blood Money,
Bomb Jack, Cadaver, Chuck Rock, Commando, Chrystal Hammer, Dyna Blaster, Eagles Nest, Elf, Galaga92, Giana Sisters, HATE, Head Over heat, IK+, Ikari Warriors, Kikstart 2, Leaderboard Golf, Lotus1, Menace, Midnight Resistance, Nebuslus, New Zealand Story, Nitro, Operation Wolf, Overlander, Pacmania, Paradroid 90, Parasol Stars, PP Hammer,Tetris Pro, Rick Dangerous, Rick Dangerous 2, Rod Land, Beast, Beast 2, Silkworm, Spy Vs Spy I,II & III, Sumulcra, Stunt Car Racer, Super Cars 2, Treasure Island Dizzy, Turican I,Turrican II, Turican III, Virus, Wrath of the demon, Xenon, Xenon II…and more.

Onde baixar
Link Oficial fornecido pelo próprio autor:
http://eab.abime.net/showthread.php?t=61210 (este link abre o Fórum onde o autor fornece links e instruções úteis)

Link Alternativo: (no meu GDocs. Pretendo deixar lá como repositório)

Esta é a versão SE que roda com KickStart 2.0
TinyLauncherSE02.lzh  (IMPORTANTE: Put it at the beginning of the startup-sequence. [Coloque no começo do da  startup-sequence ] recomendação do autor.)

Esta é a versão mais nova (precisa de KickStart 3.1)

Conclusão
Este mini aplicativo é essencial para pessoas que possuem um A600 "peladinho", (nu com a mão no bolso.. hehe). Recomendo aos iniciantes que instalem ele e que prestigiem o desenvolvedor, votando positivamente no YouTube e elogiando se possível, pois ele merece. Não cobrou nada e ajudou MUITA gente com este programa.
Espero que tenham gostado do artigo.

12 de out. de 2011

Se você não sabe como... é bom saber onde buscar.

Saudações a todos os Amigueiros, vez por outra aparece um novo Amigueiro na lista de mails AmigaBR e como novato que fui a um tempo atrás, sei que é importante ter informação correta na mão.
Para quem está começando, sites de "know how" são muito importantes. Este blog é um deles (pelo menos tenta ;^D ) e também o YouTube é uma rica fonte de informação neste sentido.

Bom, vamos ao que interessa, segue a baixo uma lista de links que considero são muito importantes para os que estão iniciando. Pra quem é "macaco velho" pode que já conheça a maioria, mas... não custa dar uma olhadinha.



Vendas de Hardware:

Informação sobre Hardware / Mods
Software (Emuladores de Amiga, Jogos e Programas para Amiga )
Sistemas Operacionais Amiga e Baseados no Amiga
Acho que pra começar está de bom tamanho.
Vou completar a lista e revisar de tempos em tempos pra ver se algum deles está quebrado.
Bom proveito pessoal!!!
abraços






19 de set. de 2011

Instalação WorkBench 2.1 em A600 Emulado no WinUAE

Este post é para ajudar um colega que está iniciando no "Universo Amiga", atraído por jogos, ele se aventurou e comprou um A600.
Neste vídeo tutorial, mostro como instalar o WorkBench (sistema operacional gráfico do Amiga) em um cartão Compact Flash (CF) que depois pode ser espetado num adaptador de IDE para CF e assim servir de HD para o A600.
O processo é feito através do emulador WinUAE 2.3.0 (versão mais estável para XP) porque desta maneira é mais simples e rápido.
Espero que este post possa ser útil a outros iniciantes do Amiga.
ATENÇÃO!!
Hoje (23/01/12) aprendi uma lição sobre formatação de HD pelo WinUAE. Não dê o nome de Sys ao HD onde você vai instalar o sistema. Dá conflito com os discos de instalação.



14 de ago. de 2011

Formatando Compact Falsh no WinUAE + Install Classic Workbench LITE


Olá pessoal!! depois de muito sofrimento, aprendi como se faz e por esse motivo estou compartilhando com todos como fazer esta formatação e instalação do Classic Workbench Lite. Não é nada difícil, mas tem que prestar atenção nos "Detalhes".
1) Eliminar qualquer formatação ou partição do Compact Flash.
2) Permitir que escreva no disco de instalação do Workbench.
3) prestem atenção no vídeo à configuração dos HDs do CWBLite e o "HD CF"

Sei que muitos não precisaram eliminar as partições dos cartões CF, mas eu precisei e vi que dessa forma não tem erro.
Espero que seja útil para todos.
Grande abraço.